Itália parte II – mama mia…

Vamos falar sério, que a pizza e as massas nessa terra são bons e famosos todo mundo sabe, agora o sorvete…

vamo respeitar, 105 sabores diferentes na sua frente pra escolher, tá brincando!!!!

A Toscana é uma parte da Itália abençoada, sustentada com a perseverança e tenacidade de seu povo, que soube transformá-la numa região das mais férteis da Itália.

Aqui, se cultiva e se cria de tudo, produzindo as melhores carnes do mundo, tornando a Tagliata e a Costata Fiorentina que, temperados com o refinado azeite toscano, uma especialidade de prato cobiçado pelos grandes degustadores de carne.

Também como outras regiões, aqui se produz variados embutidos, entre eles o célebre Salame Toscano.

Muito bons são os queijos, quase todos elaborados com leite de ovelha. As indústrias dulcíferas reproduzem com alta fidelidade receitas seculares como o Panforte e outros à base de amêndoas ou farinha de castanha. Talvez por manter intactos os antigos hábitos culinários, a cozinha Toscana é uma das mais saudáveis e gostosas da Itália.

veja também: Itália Parte I

Itália, parte I

Bienvenue la Rome!

Com certeza você conhece o provérbio que diz: “quem tem boca vai a Roma…” apesar de que o correto é: “quem tem boca vaia Roma…” mas seja lá qual for o ditado correto eu estou aqui mas não estou vaiando ninguém.

Essa é a segunda vez que visito Roma, mas como um bom turista tem sempre algo novo e inesperado (principalmente pra mim que esqueço as coisas com facilidade).

Para os que gostam de arquitetura, história e cultura, Roma é o lugar!!!!

Para os que gostam de boa comida, a Itália inteira… Nos próximos dias vou explorar algumas das cidades mais conhecidas e outras nem tanto em mais uma aventura do viajante pelo mundo a fora.

Até a próxima parada!!!!

I AMSTERDAM

Amsterdã  é a capital, e a maior cidade dos Países Baixos, situada na província Holanda do Norte. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel, o rio onde fica a cidade.

 

A cidade é conhecida por seu porto histórico, seus museus de fama internacional, sua zona de meretrício (Red Light District, o “Distrito da Luz Vermelha”), seus coffeeshops liberais, e seus inúmeros canais que levaram Amsterdã a ser chamada a “Veneza do Norte”.

 

É difícil definir exatamente o que faz essa ser uma cidade tão diferente. Talvez ele pelos seus canais, ou em seus prédios de fachadas coloridas, construídos durante o século 17. Ou talvez em suas pequenas embarcações que servem de moradia a tanta gente e outras coisas loucas que se encontra pelas ruas dessa cidade e que há décadas deixou de ser novidade por aqui. Ou quem sabe a razão principal é o fato desta ser uma cidade construída abaixo do nível do mar, onde as pessoas tem o hábito de usar sapatos de madeira, produzir queijos saborosos e trabalhar em moinhos de vento. 

 

Mas pensando bem estas coisas também existem em outros lugares do mundo! Talvez o encanto de Amsterdam esteja simplesmente porque aqui pode-se encontrar todas estas coisas, ao mesmo tempo e no mesmo lugar.

 

Muita gente deseja visitar Amsterdam, e por razões bem variadas. Seja a trabalho, romantismo, turismo ou qualquer outra razão.

 

Sejá lá o que for, vale a pena visitar a famosa Amsterdã.

 

Eu de novo no navio, quem diria…

Essa foi mais uma aventura por esse mundo a fora…

…dessa vez uma experiência diferente para mim.

A primeira parte da minha viagem até a Alemanha (com parada na Holanda) me fez lembrar muito meu tempo como tripulante no Silver Sea (Navio de Cruzeiro Marítimo).

Saímos de Londres de busão por volta das 10 da noite. Tempo frio, ônibus cheio e muito chão pela frente. Viajar de ônibus pela Europa não é tão confortável quanto no Brasil, não importa a distância. Os ônibus aqui não são nem um pouco confortáveis. Mas pelo menos em algumas horas de viagem você está em outro país e numa cultura completamente diferente.

Essa viagem foi para prestigir um grande amigo alemão que conheci no Brasil há cerca de 12 anos atrás, pela frente 12 horas viagem até a minha primeira parada, Amsterdã onde me encontrei com outro amigo. Mas isso eu conto no outro post.

Foram aproximadamente 2 horas de Londres até chegar em Dover, no suldeste da Inglaterra. Enquanto o ônibus descia pela estrada rumo ao porto pude avistar diversos caminhões estacionados em um pátio gigante, alguns navios e o paredão, o famoso Cliff – o penhasco branco inglês, era hora de dizer tchau para o Reino Unido.

Fomos informados que deveríamos descer do ônibus e passar pela imigração Francesa antes de embarcar no ferry boat. Com sono entreguei meu passaporte para o Oficial da imigração que me perguntou com um forte sotaque francês: “está indo a passeio?”.

De volta ao ônibus embarcamos no que eles chamam aqui de Ferry, o que me fez lembrar e muito do meu tempo como tripulante no Navio.

No deck inferior cerca de 5 ônibus cheio de turistas e alguns outros caminhões, carros e motohomes, cada um com seu destino distinto.

Desci do ônibus e comecei a caminhar pelo navio enquanto cada andar me fazia lembrar da minha casa flutuante em 2006, o Silver Cloud.

Depois de 6 meses embarcado num navio de cruzeiro sua vida muda, e como muda. Aquela lata de sardinha gigante vira a sua casa, seu trabalho, sua diversão.. e as vezes seu maior pesadelo.

Aproveitei para dar uma volta no terraço, sentir o cheiro de marezia e assistir a chaminé deixando o rastro de fumaça para trás enquanto o capitão acionava o som inesquecível do navio ao partir.

Mas dessa vez foi diferente, apenas por 2 horas e como passageiro encontrei uma sala no deck 5 e me acomodei numa poltrona confortável.

O balanço era é mesmo, as cortinas, o cheiro, tudo ali me lembrava o Silver Sea, era como seu eu tivesse voltado no tempo. Mas por apenas algumas horas…

É, eu sei, nada como o tempo!!!!!  kkkkkkk

De volta ao ônibus, dessa vez em terras francesas, tentei dormir um pouco, afinal o céu já estava ficando claro e eu não queria perder nada da viagem pela Bélgica e Holanda até chegar em Amesterdam, uma cidade mundialmente famosa…

O Big Ben está ficando torto…

 

O relógio mais famoso do mundo, está ficando torto. Ainda não se sabe exatamente o que levou a torre a inclinar. Pode ter sido o terreno argiloso, ao lado do rio Tâmisa; a obra de expansão do metrô, que passa embaixo do parlamento onde fica o relógio; ou simplesmente um desalinhamento na construção, feita em 1858.

 

O fato é que o patrimônio inglês está com uma inclinação de 0,26º para o lado noroeste. Não é possível ver a olho nu, mas no topo, a 96 metros do chão, o Big Ben está torto, cerca de 26 centímetros. É pouco se for comparado à torre de Pisa, na Itália, com quase 4 metros de inclinação, mas não deixa de ser um fato importante.

 

Ao contrário do que muitos pensam, BIG BEN não é o famoso relógio do Parlamento Britânico, nem tão pouco a sua torre (eu também pensava que era). É o nome do sino, que pesa 13 toneladas e que foi instalado no Palácio de Westminster durante a gestão de sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas da Inglaterra, em 1859. Por ser um sujeito alto e corpulento, Benjamim tinha o apelido de Big Ben. Todos os dias, a rádio BBC transmite as badaladas do sino. O sino foi fundido por George Mears em 1858, media quase 3 metros de diâmetro e pesava 13, 5 toneladas.

 

Por causa do som do maior dos três sinos da torre – um gigante de 16 toneladas que fica escondido lá topo todos começaram o relógio de Big Ben. Mas, com o tempo, o monumento inteiro acabou levando esse apelido. O fato é que, inclinado ou não, esse monumento é uma obra de arte.

 

Engenheiros britânicos ouvidos pela imprensa local afirmam que se o problema for progressivo e continuar nesse ritmo, vai levar cerca de dez mil anos até que o relógio chegue à inclinação da Torre de Pisa – que, por sinal, estagnou depois que foram feitas obras na sua base. Ou seja, tempo é o que não falta para acharem uma solução também pro Big Ben.

 

O nome do relógio é Tower Clock, ou Clock Tower (Torre do Relógio), e é muito conhecido pela sua precisão e tamanho. Certa vez uma família de pássaros pousou no seu ponteiro e o desregulou em cinco minutos.

 

 

Isso é Londres

Para os viajantes de plantão Londres é com certeza um destino top na lista.

Com cerca de 300 museus e galerias de arte, 6.000 restaurantes e uma lista de pontos turísticos –que não são poucos–, como o Big Ben, o Palácio de Buckingham, a abadia de Westminster, a Catedral de St. Pauls, parques como o Greenwich e o Hyde Park, o Picadilly, a Torre de Londres, a roda-gigante London Eye, requer dias de férias e um punhado da forte libra esterlina no bolso (1 libra vale R$ 2,76).

Londres é o centro de uma enorme área metropolitana (Greater London) que inclui inúmeros distritos e subúrbios, os quais se estendem até muitos quilômetros além do centro.

  • Londres Central – Inclui a City, coração financeiro da cidade, Westminster, que contém áreas famosas como o West End, o SohoOxford Street e Trafalgar SquareBloomsburyMayfairPaddington(uma área com muitos hotéis) e outros.
  • Oeste de Londres – KensingtonChelsea etc.
  • Leste de Londres – Uma das áreas mais pobres, tem também uma das noites mais animadas. Engloba regiões como o enclave asiático de Brick Lane, o animado Shoreditch e as Docklands, com seus arranha-céus e Stratford (onde acontecerão os jogos  das Olimpíadas de Londres em 2012).
  • Norte de Londres – Áreas de classe alta como Hampstead (e o parque de Hampstead Heath) e outras mais simples como Wembley.
  •  Sul de Londres – Brixton, Wimbledon, Greenwich, Bromley

Te convido a conhecer um pouco dos principais pontos turísticos dessa metróple que não para de crescer.

  


Bem vindo a bordo!!!!!